Ave, índio!
O 19 de abril é o Dia do Índio. Desde 1943, três anos após os índios terem decidido participar do I Congresso Indigenista, no México. Neste dia, hoje, homenageio o índio representado por alguns artistas e um poeta. Debret, Victor Meirelles, Antonio Parreiras, Rodolfo Amoedo, Tarsila do Amaral, Carybé e
Três mulheres: Edith, Katia e Cecília
Hoje, Dia Internacional da Mulher, resolvi escrever mais de um post. Este é reunindo três mulheres: a escritora Cecília Meireles, a pintora Edith Blin e a sua modelo Katia (eu). “Mulher adormecida”, de Cecília Meireles Moro no ventre da noite: sou a jamais nascida. E a cada instante aguardo vida.
As mulheres do Museu e do Vinicius
No Dia Internacional da Mulher é mais do que óbvio falar de mulheres. E hoje as mulheres são do Museu e do Vinicius. Do Museu ArtenaRede e do Vinicius de Moraes. “São demais os perigos desta vida” (ou “Soneto do Corifeu”) São demais os perigos desta vida Pra quem tem
Nuvens eternas
“As únicas coisas eternas são as nuvens“, escreveu um dia Mario Quintana. É interessante, pois elas não parecem eternas. Mudam de forma a todo instante. Também mudam de cor. E produzem sentimentos variados: tristeza, saudade, medo, esperança. À qual eternidade se referia o poeta? Mario Quintana também escreveu: “Não esquecer
Ovos que não viram omeletes
O ovo é um símbolo universal de nascimento e criação. Esse símbolo está associado com a gênese do mundo por meio do “ovo cósmico”, ou seja, aquele que carrega o potencial da vida, a imagem do mundo e da perfeição. Neste post, ovos de Fabergé, ovos de Brennand e alguns
Um dia, 13 gatos
Em 1963, o filme tcheco “Um dia, um gato“, vencedor do prêmio do juri em Cannes, conta aos alunos de uma escola a vida de um professor, a história de um antigo amor e seu gato de óculos escuros. Ao tirar os óculos, o gato colore as pessoas de acordo com
Anjos
Neste início de ano, uma vontade imensa de escrever sobre anjos. Estes seres alados e sem tempo, que povoam nossa imaginação e, em consequência, nossos pensamentos e crenças. E, mais uma vez, poetas, pintores e escultores se juntam neste louvor. “Ela acreditava em anjo e, porque acreditava, eles existiam” Clarice
Um brinde à solidão!
Na última semana do ano, resolvi brindar à solidão. Talvez seja porque solidão rima com reflexão. E este é o momento em que se faz reflexões. Reflexões sobre o ano que passou. Reflexões sobre o ano que está por vir. Para brindar, chamei Edward Hopper e Clarice Lispector. Eles souberam,
